A Champions League está de regresso e um dos palcos é o Estádio Red Bull Arena Leipzig, casa do RB Leipzig.Um Estádio um tanto mais pequeno,mas com uma arquitetura muito semelhante ao seu adversário desta noite, o FC Porto.
A equipa de Sérgio Conceição tem duas novidades no 11 inicial. Miguel Layún entra para o lado direito da defesa para a saída de Ricardo e a outra (esta é surpreendente) novidade é a chamada de José Sá para a baliza dos "dragões" em detrimento de Iker Casillas.
Ainda com o jogo muito morno e sem oportunidades, surge o golo do Leipzig com 8 minutos jogados.
Bruma na esquerda flete para dentro, rematar forte de fora da área, José Sá não consegue defender, na segunda tentativa com Augustin, Sá também não segura e o central Orban finalmente a colocar a bola dentro da baliza e abrir o ativo.
Com o golo sofrido o FC Porto sentiu dificuldades em reagir e o emblema alemão, procurava chegar ao segundo. A maior dor de cabeça para os "azuis e brancos" nesta altura chamava-se Kevin Augustin.
Na primeira vez que a equipa de Sérgio Conceição chega à baliza consegue a igualdade!
Lançamento longo para a área onde surge Marcano a cabecear, a bola sobra para Aboubakar que ao segundo poste e com um remate à meia volta faz o golo.
O Leipzig não baixou os braços e na resposta imediata, quase chegava ao golo, duas ocasiões de Sabitzer e uma de Naby Keita criaram muito perigo para a baliza de José Sá.
Aos 36 minutos a primeira jogada do FC Porto( com exceção do golo, se bem entendido) com Danilo no fim atirar para à figura de Gulacsi.
Na resposta, o Leipzig chega de novo à vantagem.
Ataque pela zona central, com a bola a ser colocada em Forsberg que na cara de José não facilita e faz o 2-1.
Pouco depois, uma má opção de Danilo, que após alguns ressaltos e uma má receção de Marcano, a bola sobra para Jean-Kévin Augustin que aumenta a vantagem e faz o terceiro golo.
Perto do intervalo, surge golo do FC Porto. Canto batido pelo lado direito do ataque "azul e branco" para o segundo poste, onde surge Herrera que cabeceia para o meio da área e de forma acrobatica Marcano faz o segundo golo dos "dragões".
Uma primeira parte onde O FC Porto sempre com muitas dificuldades na construção e na transição de jogo.
Felipe e Marcano e mesmo Layún sentiram muitas dificuldades para parar os jogadores da equipa alemã que tinham o corredor esquerdo como preferência para atacar.
A equipa de Bruma foi quase sempre mais forte forte nos duelos individuais tiveram sempre mais perto do golo.
Com cinco golos na primeira parte, projeta-se uma excelente segunda metade de jogo.
O segundo tempo, mostrou um FC Porto mais subido, e a chegar-se mais à zona mais recuada do Leipzig, enquanto a equipa alemã procurava controlar o jogo sem perder de vista de José Sá.
Aos 62 minutos, maisuma jogada de ataque do Leipzig pela zona central, com a bola a ser metida em Bruma que na cara de Sá esteve perto de fazer o golo. Valeu Marcano a tirar a bola em cima da linha de golo.
Só passados 20 minutos houve nova situação de perigo e nais uma vez para o Leipzig. Remate forte de Werner e Sá atento a defender.
Infelizmente e embora a primeira parte prometesse uma segunda parte com golos, isso não se veio a verificar.
O resultado ajustasse perfeitamente ao que se passou no Arena Leipzig e talvez seja escasso perante as oportunidades da equipa alemã. O FC Porto nunca conseguiu ser verdadeiramente incomodativo em termos de jogo jogado.
A equipa de Sérgio Conceição sentiu sempre dificuldades em construir, devido à forma agressiva com que o Leipzig pressionava o portador da bola.
Brahimi procurava ser o desiquilibrio "azul e branco", mas a imponência fisica dos alemães deitavam quase sempre por terra essas iniciativas.
O Leipzig mostrou sempre mais agressividade em todas as fases do jogo,foi sempre mais rápido nos processos, mais perigoso e foi a equipa que esteve sempre mais perto do golo.
A aposta em José Sá por parte de Sérgio Conceição, talvez fosse por ter mais altura do que Iker Casillas e ser mais importante e dar supremacia aos "dragões" frente ao jogo aéreo do Leipzig, mas não correu como esperava, nem tão pouco a formação alemã jogou dessa forma.
A Bola É De Todos

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