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Liga NOS 17/18: 14° Jornada:V. Setúbal vs FC.Porto(0-5)




O Estádio do Bonfim foi o palco do jogo da 14° jornada da Liga NOS, entre a equipa local, o Vitória de Setúbal e o FC Porto.

Sérgio Conceição promoveu algumas alterações no seu 11 inicial. O maior destaque é a ausência de Felipe, que fica no banco de suplentes e entra para o seu lugar Diego Reyes. Corona também cede o seu lugar a Maxi Pereira que no esquema tático, faz avançar Ricardo para o lugar do Mexicano ficando Maxi na zona mais defensiva do corredor direito.


O jogo começa com frisson para a baliza de José Sá. Jogada de João Amaral e João Teixeira, que coloca em Edinho que demora muito para finalizar e quando o faz atira para defesa fácil de Sá.
Em jeito de resposta Aboubakar teve muito perto de abrir o ativo. Livre batido para a área por Herrera, que encontra Marcano que envia de cabeça para o outro lado onde surge o camaronês que de cabeça atira a bola a passar muito perto da barra da baliza de Cristiano.
Uns primeiros 20 minutos de uma maior superioridade do fC Porto, onde teve mais bola, melhores processos de jogo e foi criando mais momentos de perigo perto da baliza de Cristiano.
A equipa do Vitória de Setúbal, tinha sempre como principal preocupação, ter correto posicionamento defensivo e partir para o contra-ataque sempre que conseguia recuperar a bola.
Aos 23 minutos a melhor situação de golo até ao momento. Aboubakar na zona central, faz um passe a rasgar para Brahimi que isolado frente a Cristiano não consegue bater o guardião do Vitória.
Após algumas ameaças, o FC Porto chegou ao golo. Canto batido ao primeiro poste, onde surge Aboubakar que de cabeça bate Cristiano e faz mexer o ativo.
Aos 36 minutos, Danilo do meio da rua remata fortíssimo e Cristiano quase que era atraiçoado por si mesmo. O guardião defende e a bola ao bater nos punhos, sobrevoa a barra.
A cinco minutos do intervalo, novo golo para os "dragões". Bola lançada para a área do Vitória, mal aliviada pela defensiva sadina, Aboubakar remata para uma excelente defesa de Cristiano, sobra para Maxi que atira ao poste e ckm um pouco de sorte à mistura, Marega faz o segundo golo para a equipa de Sérgio Conceição.
Em cima do intervalo, uma grande penalidade para o FC Porto por falta sobre Aboubakar, que o próprio converteu em golo fazendo o terceiro da partida e o segundo da conta pessoal.
Honestamente, não fiquei esclarecido em relação à grande penalidade e as repetições a mim não me esclareceram devidamente, até porque foram praticamente todas do mesmo ângulo. Mas à primeira, não existe falta para a marcação da grande penalidade.

Uma primeira parte praticamente de sentido único, com exceção aos minutos iniciais onde o Vitória se chegou perto da baliza de Sá por intermédio de Edinho.
O resultado ao interregno ajustasse ao que se tem passado, até porque A equipa de José Couceiro não consegue dar um "ar da sua graça".


O segundo tempo monstrou um FC Porto tranquilo e a comandar o jogo a seu bel prazer perante um Vitória de Setúbal sem forças para pelo menos criar algum tipo de frisson junto da baliza dos "dragões".
Os lances de maior relevo só começaram aparecer a partir dos 61 minutos, com João Teixeira atirar de longe, com a bola a passar perto da baliza de José Sá.
Aos 69 minutos, excelente trabalho de Marega, que serve de bandeja Aboubakar, que solto de marcação, completa o seu 'hat-trick'.
Aos 82 minutos passe da esquerda de Aboubakar que após falha de um defesa do Vitória deixa Marega na cara de Cristiano, e o maliano com categoria a fazer o quinto golo do FC Porto.



Uma vitória tal como o resultado reflete, justíssima do FC Porto, que foi a única equipa que fez por vencer o jogo e que mostrou capacidade para fazer golos.
O Vitória de Setúbal nunca conseguiu contrariar o poderio evidente do FC Porto e com os golos que ia sofrendo as forças iam sendo cada vez menos.

Destacar Aboubakar e Moussa Marega, pela campanha que estão a realizar até ao momento e relembrar os meus leitores que estes jogadores já pertenciam ao FC Porto a temporada passada e é inadmissível terem sido "desprezados" por mera opção técnica.



A Bola É De Todos

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